Onde imponentes costões rochosos guardam o paraíso mais cristalino de Angra
O TESOURO DOS COSTÕES ROCHOSOS E O CORAÇÃO NÁUTICO DE ANGRA DOS REIS
Para quem está descobrindo os encantos de Angra dos Reis, a orgulhosa e indiscutível Capital Nacional do Turismo Náutico, existe um santuário ecológico e histórico na Baía da Ilha Grande que deixa qualquer visitante sem fôlego: a Ilha de Itanhangá. Localizada de forma estratégica bem pertinho de renomadas marinas e condomínios de alto padrão da região, ela é uma parada obrigatória, unindo a sofisticação da navegação moderna a uma natureza absolutamente intocada.
A VIZINHANÇA NÁUTICA: MARINAS, CONDOMÍNIOS E O QUINTAL DOS NAVEGANTES
· Polo de Lazer em Alto-Mar: Devido à sua proximidade com importantes marinas e complexos náuticos de Angra, a Ilha de Itanhangá funciona como um verdadeiro ponto de encontro para a comunidade náutica.
· O Ponto de Parada Perfeito: É o refúgio ideal para quem navega de lancha ou iate, oferecendo águas abrigadas e convidativas para ancorar, trocar ideias entre amigos, curtir um bom som e desfrutar do melhor estilo de vida da Costa Verde.
BELEZAS NATURAIS: OS COSTÕES ROCHOSOS LINDOS E ÍMPARES
· A Imponência das Pedras: O grande e inconfundível cartão-postal da Ilha de Itanhangá são os seus costões rochosos lindos e ímpares. Formados por paredões de granito esculpidos milimetricamente pelas ondas e pelos ventos ao longo dos séculos, eles criam um contraste espetacular com o verde intenso da Mata Atlântica que coroa o topo da ilha.
· Mergulho e Transparência: Junto às rochas, as águas assumem tons cristalinos de verde e azul, formando piscinas naturais perfeitas para a prática de mergulho de superfície (snorkeling) e exploração da rica vida marinha local.
NAS CARTAS DOS NAVEGADORES
· Marcos da Cartografia Colonial: Muito antes de abrigar o turismo náutico contemporâneo, a imponência geográfica de Itanhangá já atraía a atenção. A ilha e seus arredores figuravam em mapas e relatos de antigos navegadores dos séculos XVI e XVII, servindo como pontos de referência visual, abrigo seguro para caravelas e rotas de passagem nas expedições que desbravavam o litoral fluminense.